segunda-feira, 17 de julho de 2017

Resenhando: Livro Matéria Escura - Blake Crouch


TÍTULO: Matéria Escura
AUTOR: Blake Crouch
EDITORA: Intrínseca


Certa vez, escutei a seguinte frase no filme Cartas para Julieta: "E" e "Se" são duas palavras simples e inofensivas como qualquer palavra. Mas quando juntas "e se..." podem causar estragos inimagináveis.

Essas palavras definem bem Jason. Ele é  um físico nuclear jovem, com toda a vida pela frente, tem uma carreira promissora, uma namorada linda, artista e... grávida! A gravidez não planejada faz com que seus planos mudem, mas apesar das dificuldades, ele promete ficar com Amanda.

Anos se passam, seu filho já é um adolescente, Jason se tornou professor de uma universidade e Amanda trabalha numa galeria.

Apesar de sua vida não ter ficado como planejado, Jason ama sua esposa e filho. Acontece que, como toda pessoa normal, ele (e ela também) se pergunta: "e se..."

E se Amanda não tivesse engravidado?
E se não nos casássemos?
E se ela simplesmente interrompesse a gestação?
E se eu insistisse na minha pesquisa?

Independente desses questionamentos, Jason é um homem feliz. Porém, bastou uma só noite para tudo mudar...

Numa noite fria, enquanto Jason volta de uma comemoração do prêmio científico de um colega de faculdade, um homem o sequestra. Assustadoramente, o sequestrador sabe tudo sobre ele: sua senha de celular, seu endereço, nome de sua esposa, filho, seus costumes...

O sequestrador injeta algo em seu pescoço e o joga numa caixa misteriosa.

"Você é feliz com a vida que tem?"

Essas são as últimas palavras que Jason escuta antes de acordar desnorteado numa sala que ele nunca vira antes.

Ele é saudado por um homem completamente estranho para ele: "Bem vindo de volta, meu amigo."

É outro mundo, uma fenda no multiverso. Lá ele é um físico renomado. Sua esposa não é sua esposa. Seu filho nunca nasceu.

Será que isso tudo é um sonho?

E não será a última vez que ele entrará num mundo completamente desconhecido, com uma vida desconhecida.

O que era aquela caixa?
Quem era aquele homem que tanto o conhecia?
O que ele injetou em Jason?
Onde está Amanda nesse mundo? Nesses mundos?
Que tipo de vida Jason vai escolher para viver?

Leia o livro e viaje nessa aventura com Jason Dessen.


OPINIÃO:

FANTÁSTICO! Fazia tempo que eu não lia um livro que me envolvesse tanto quanto Matéria Escura. É o tipo de leitura que te faz querer ler no ônibus, no intervalo do almoço do trabalho, antes de dormir, depois de acordar...

A escrita é muito fácil e envolvente, além de ter suspense em cada capítulo.

Esse livro merece 5 estrelas.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Não deixe o celular roubar a sua vida



Oito horas da manhã o despertador do celular grita. A garota que nasceu no século errado pega seu aparelho, desliga o alarme, se levanta e começa seu dia. Enquanto toma seu café, checa suas mensagens e as responde, quando sai de casa, coloca o fone de ouvido e põe para tocar suas músicas. No caminho, o celular apita com um lembrete de que no dia seguinte ela tem um compromisso. 

É maravilhoso! 

Em um aparelho só ela tem um despertador, um calendário, uma agenda, um rádio, um correio e pode se comunicar com seus amigos de forma rápida e objetiva.

O final de semana chega e A garota que nasceu no século errado está com saudade de seus amigos. Ela manda uma mensagem no grupo do whatsapp e marca um encontro em qualquer lugar. O importante para ela, na verdade, é a companhia, é o estar junto.

- Galera, vamos marcar algo para hoje? Muito tempo que não nos vemos. Podem ir na minha casa. Saudades!

Mais tarde a galera animada chega na casa da garota que nasceu no século errado e uma de suas amigas imediatamente pergunta:

- Qual a senha do wifi?

 Eles conversam, falam sobre a vida, as novidades, riem, colocam música alta.


- Amiga, vamos dançar. Sai desse celular. - A garota que nasceu no século errado fala.
- Espera um pouco. O babado está forte aqui.

A garota que nasceu no século errado fala sobre o seu dia com seu namorado, o celular dele bipa, ele olha para o celular e começa a digitar:

- Fica comigo, amor. Sai desse celular – ela pede.
- Eu estou contigo. Só vou enviar essa mensagem aqui.

A garota que nasceu no século errado está num almoço de domingo com a família:

- A comida está uma delícia – ela elogia.
- han...?
-  A comida... larga esse celular.
- Deixa só eu terminar de ver esse vídeo.

A garota que nasceu no século errado já não é mais uma garota e está com seu filho:

- Filho, vai brincar na rua com seus amiguinhos. Sai desse celular.
- Mãe, você é muito chata.

E é assim que o mundo vê quem anseia por mais contato físico do que virtual: uma pessoa chata.
E o que fazer se A garota que nasceu no século errado veio ao mundo justamente no século da informação, das mensagens instantâneas e dos emoticons? Resta-lhe conviver com isso e aceitar que o contato olho no olho está acabando, que sentimentos são emoticons e emoções são status no Facebook.

Ela se sente como o Selvagem do livro Admirável Mundo Novo, simplesmente não consegue se adaptar a essa geração. Ela tem outros valores, outra maneira de conversar, outra maneira de interagir, outra maneira de se relacionar. 

A garota que nasceu no século errado não é mais uma garota, ela é uma mulher e a conclusão que ela conseguiu tirar disso tudo é essa: a internet aproximou quem está longe, mas afastou quem está perto.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

O brasileiro e o culto ao diploma


“Estude muito para passar numa boa universidade e ser alguém na vida.” 

Quem nunca escutou essas palavras na vida?

Apesar de 80% dos universitários brasileiros serem analfabetos funcionais, a presença do culto ao diploma é cada dia mais forte. Vivemos em um país no qual é dado muito mais importância a um pedaço de papel chamado diploma do que para o conhecimento adquirido pela pessoa ao longo da vida. Independente do quanto você saiba sobre determinado assunto, se não possuir um diploma, você não será levado a sério ou, no mínimo, não ganhará tão bem quanto um possuidor do papel.

Eu sou universitária. Faço pedagogia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Lembro até hoje de um dia do meu segundo período da faculdade, cheguei atrasada e sentei num lugar muito ruim, eu não enxergava o quadro, então perguntei a menina ao meu lado o que estava escrito e olhei para o seu caderno. Fiquei horrorizada. Sim, essa é a palavra. Horrorizada. Em seu caderno estava escrito as palavras: “criãnça”, “cherox”, “célebro”. A UERJ tem vestibular com duas fases, tem redação, tem todo um processo para conseguir uma vaga no curso desejado, como ela conseguiu passar?

E mais: o curso que ela faz é pedagogia! Ela se formará na faculdade, fará concurso público para professora e dará aula para o seu filho.

E o pior: alguém que não tem o diploma de pedagogia, mas que seja ótimo alfabetizador, não poderá dar aula, pois falta-lhe o papel.

Conheço uma pessoa que foi alfabetizada em casa pela avó que mal concluiu o ensino fundamental, também conheço pessoas que estudaram nos melhores colégios do Rio de Janeiro, que sabem juntar as silabas, mas não entendem o que leem.

Conheço camelôs, garis, empregadas domesticas, donas de casa que leem sobre tudo, sabem conversar sobre política, física, literatura, como também conheço universitários que apenas leem as xerox indicadas pelos professores e escrevem tão mal que é preciso traduzir o que eles dizem.

Se olharmos para a realidade, o que vemos é uma geração de universitários idiotas úteis e de doutores analfabetos funcionais e desempregados.


Esse é o Brasil: o país que valoriza o papel, não o conhecimento.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Atentado terrorista em São Paulo é ignorado pela mídia brasileira


Não é novidade. A mídia brasileira e políticos de esquerda têm uma tara impressionante por terroristas e bandidos. É uma vontade inexplicável de encobrir atos desumanos e perversos cometidos por esses grupos de pessoas. 

Quando um grupo terrorista, por exemplo, matou e feriu várias pessoas em Escoltomo, o título que o jornal O Globo colocou foi: “Veículo atropela pessoas em Escoltomo; polícia fala em 2 mortos e vários feridos”

(imagem retirada da página caneta desesquerdizadora)

É impossível ver o nome dessa reportagem e não pensar: Veículo? Então foi um Transformers? 

E quando terroristas islâmicos jogaram bombas numa igreja cristã no Egito e declararam através de sua agência oficial (Amaq) que eles eram os autores do crime? Mais uma vez a mídia tentou abafar a situação com o seguinte título: “Explosões em igrejas cristãs deixam dezenas de mortos e feridos no Egito”. 


(imagem retirada da página caneta desesquerdizadora)

Explosões... como se fosse um acidente, uma explosão de botijão de gás, por exemplo. 

É ridículo, mas é real.

Diante de tanta vista grossa da mídia brasileira para com os atentados terroristas ao redor do mundo, é óbvio que com São Paulo não seria diferente.

O grupo Direita São Paulo organizou uma passeata na Avenida Paulista contra a Lei de Migração aprovada no Senado e foram surpreendidos com bomba. Dois dos responsáveis pelo atentado eram palestinos, um deles sequer fala português. Além disso, mulheres e idosos foram covardemente agredidos.

Eis o ponto crucial da questão migratória, - escreveu Davi Vieira em seu post no facebook - os multiculturalistas defendem as "liberdades" de imigrantes que nem sempre estão dispostos a respeitar as liberdades fundamentais dos cidadãos nativos que são previstas em lei, como a de manifestação e a de expressão. Mais um duro golpe contra a democracia brasileira, que cambaleia junto às cordas. 

Apesar de tentarem de todas as formas enfiar em nossas cabeças que o Islamismo é a religião da paz, está claro que isso não é verdade. E essas palavras saíram da boca do próprio líder dos muçulmanos:

Assista os vídeos e tire suas próprias conclusões:






 Qual a sua opinião? Por que a mídia encobre tanto os atos terroristas?

terça-feira, 25 de abril de 2017

A modificação das atitudes. Por que os valores se inverteram?

(imagem usada em propaganda pró pedofilia)
    

Confesso, primeiramente, que somos vulneráveis. Não nascemos com nenhum tipo de “Firewall”, principalmente contra as más intenções de manipulação cognitivas, as quais seu fim é uma alienação total e a exclusão de certos valores para simplesmente obedecermos o doutrinador, o autocrata. Atente a “más intenções”, pois é necessário que, de antemão, nos perguntemos: Por que “más”?
                        
Em princípio, pode parecer uma afirmação retórica, afinal, quem gostaria de ser controlado? Paralelamente, pondere isso: “Se pudéssemos controlar, por meio de um dispositivo, um filho de péssima índole e violento, o faríamos?”
                        
Devemos considerar este aspecto: o ser humano é curioso por natureza, meu sobrinho de apenas 11 meses, por exemplo, tudo o que vê pela frente quer pegar, abrir, manusear. Uma criança de 5 anos entra na "fase dos porquês". Faz parte do núcleo da personalidade e isso é um padrão. Essa característica está presente em praticamente todas as nossas ações, é um processo infinito que se utiliza do desenvolvimento tecnológico para sanar nossas dúvidas, quando não são, nos frustramos, nos irritamos, inventamos possíveis respostas. É natural o ser racional, quando não satisfeito com a resposta encontrada, por em cheque sua bagagem de valores e se inclinar àquilo que satisfaz seu ego momentaneamente. Já aqueles que não abrem mão de sua conduta e do seu conforto psíquico-moral, conservam seus valores, às vezes por medo, senso ou mesmo respeito à alguma coisa.
                       
Mas por que o tal ataque a essas relações sociais intrínsecas do ser humano? Qual seria o objetivo em alienar as pessoas e excluir certos valores?
                       
De maneira superficial e até ingênua, fulano poderia responder, por exemplo, que o Estado deve educar as crianças para que pais intolerantes e violentos não criem filhos intolerantes e violentos, sendo assim a família não seria mais responsável por transmitir valores, esse seria o papel da escola. Ele poderia responder também que a intenção é impedir a imposição de algo por meio da violência, a expulsão (violenta) de alguém de algum grupo por conta de sua conduta, o preconceito, etc. Esse raciocínio não está equivocado, entretanto, ao refletir sobre uma linha teleológica de pensamento, podemos chegar a uma conclusão diferente.
                      
A mídia televisiva é um grande difusor de informações cujo o intuito é informar e entreter sob perspectiva do canal midiático. Essa perspectiva pode ser imparcial, ou não. Alguns a consideram o quarto poder, pois forma opiniões, talvez, por conta do apelo à autoridade ou confiabilidade das informações, a qual o indivíduo aceita de imediato já que, à modéstia, ele está certo de sua ignorância.
                     
A mídia seria tendenciosa? Sim, precisa ser. Senão não é polêmica, não chama atenção e consequentemente não lucra. Aí é que está, o fim é o lucro e para isso ela precisa ser omissa, ou seja, apresentar um conteúdo programático alienado a um objetivo central: vender.
                     
Respondendo a pergunta, a mídia precisa mudar nossos valores em prol das tendências do momento, esse engodo está misturado em meio à todas as formas de entretenimento, seja implícito ou explícito. 

Embora difundir idéias em massa seja um ato democrático, tal procedimento tem seus efeitos, um deles, o estímulo à relativização dos atos, isso inclui os infames. É uma jogada genial, pois causa segregação social, afinal uma maioria desorganizada é controlada por uma minoria organizada. Os preletores influenciam os leigos, esse sistema se ajusta e forma várias outras aglomerações ideológicas. É uma bomba relógio. A internet e as redes sociais ajudam muito na propagação de algumas ideias e conteúdos que podem causar danos severos àqueles que pautam sua moral no círculo familiar, podendo acarretar em perda considerável de conceitos altruístas, tornando o indivíduo mais insensível.
                 
O governo brasileiro, por exemplo, limita ainda mais a liberdade social com essa tal “crise econômica” que, na minha concepção, é apenas um ato conspiratório arquitetado com o fim de testar suas peripécias pseudo-acidentais. Esse fato, independente da forma como é interpretado, contribui muito para manter o Brasil com o maior número absoluto de homicídios no mundo. A cada dez vítimas por crime bárbaro, uma é brasileira.
                
Os indivíduos, os quais citei anteriormente, em sua maioria, sustenta o aumento dos números da pesquisa, esse dado é resultado desse processo maquiavélico.
                
Você acha mesmo que essa modificação de atitudes é algo natural? Mera casualidade da interação de diversos fatores? Ou uma manipulação previamente arquitetada? Essa resposta pode ser encontrada no livro “Maquiavel Pedagogo” de Pascal Bernardin, onde ele apresenta documentos da Unesco que ensinam técnicas de manipulação psicológicas com o objetivo de modificar as atitudes e os valores, anulando até mesmo a influência da família. Recomendo a leitura.
                
O filho está mais violento, será necessário amordaçá-lo, mas isso não se dará por imposição... Pelo contrário, ele suplicará por submissão. Sejam bem vindos ao admirável mundo novo.



                       


                        Autor: Patrick Oliveira

segunda-feira, 17 de abril de 2017

A realidade não mente: éramos livres durante o Regime Militar



"Liberdade para quê?
Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e  hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à  luz do dia, já dura 31!
Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos,  violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos  “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas,  crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças  assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras  invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor,  onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos,  patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado,  indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que  encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela  polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “microndas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência  pacífica do contraventor com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e  a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras  destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas  de anos, irrecuperáveis!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a  controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da  desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira, quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a  indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria  dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?"

Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do  Brasil.

*Após a leitura, não deixe de repassar. É o retrato do nosso Brasil.*

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Torça, ore, reze pela filha da Maria do Rosário


A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), conhecida pela sua famosa frase "mas o que é isso?" dita durante uma discussão com Jair Bolsonaro, é a favor da liberação das drogas e ironicamente, essa semana, vazou várias fotos de sua filha adolescente usando drogas, anorexa e com marcas de tentativa de suicídio pelo corpo.


A menina de apenas 16 anos tem sido alvo de críticas por ter feito uma escolha errada na vida. Independente de quem ela seja filha e de sua posição política, ela é uma adolescente e essa é uma fase muito complicada na vida de um ser humano. É a fase que fazemos escolhas erradas por acharmos que sabemos de tudo na vida. É a fase que precisamos de uma mãe e um pai "chatos" no nosso pé. É a fase que precisamos ouvir de nossa mãe: "aquela pessoa não é sua amiga. Ela não gosta de você", e o tempo nos mostra que ela estava certa. É a fase que achamos que qualquer coração partido, qualquer desilusão ou qualquer tristeza é o fim do mundo.

Ela é apenas uma adolescente que teve uma educação frouxa. Torça para que ela se recupere e que consiga sair dessa vida.

Acredito que as pessoas pregam a liberação das drogas até ver seu filho ou alguém que ama morrer por causa delas.

Meu recado para os adolescentes é: o "NÃO" da sua mãe já te livrou e vai te livrar de muita coisa.
Meu recado para as mães é: seja chata!
Meu recado para os internautas é, na verdade, uma pergunta: Quem é você para julgar a filha da Maria do Rosário?

Como diria o meu grande ídolo: quem não tem pecado que atire a primeira pedra.

Que Deus ajude essa menina.